sábado, 24 de setembro de 2016

Nascimento da princesa Giovana em um lindo sábado de sol...

Sabe aquelas pessoas em que no primeiro encontro já "rola" uma afinidade? Foi exatamente isso que aconteceu entre nós...nascemos uma para a outra...haha...doula e doulanda!
Foi um prazer ser doula dessa família, da titia (dinda) Andressa e irmã mais apaixonada do mundo, do papai Paulo Cesar, carinhoso, prestativo e super presente em todo o processo e principalmente da mamãe Vanessa guerreira, que batalhou, se informou, passou por um trabalho de parto mesmo com problemas na coluna, para que sua filhinha nascesse da melhor forma possível, cercada de amor e respeito, e mesmo com algumas intervenções que se tornaram necessárias,foi assim seu nascimento...
Obrigada Vanessa, por me escolher para estar ao seu lado em um dos momentos mais importantes da sua vida!
Tenho a certeza de que a Giovana será uma criança muito feliz por ter essa família unida, amorosa e abençoada por Deus! 





Segue o relato abaixo:


Um parto normal hospitalar na Maternidade Curitiba.
06 de agosto de 2016, um sábado lindo ensolarado.

Ahhh como sonhei com esse relato rs, depois de ler vários relatos de partos de outras mulheres durante meses antes de engravidar e depois na gestação, chegou a vez de compartilhar a minha experiência, primeiro gostaria de dizer que eu faria tudo de novo, talvez algumas coisas diferentes, mas passaria pela mesma experiência sem dúvida. 

Quando decidi engravidar já tinha certeza que queria um parto normal humanizado, durante meses minha irmã nutriu esse sonho junto comigo, liamos vários relatos, víamos vídeos de partos no youtube, e cada vez mais eu tinha certeza que era aquilo que eu queria, apesar de saber que meu parto não seria domiciliar e sim hospitalar, mas o fato de ser humanizado quer dizer eu seria a protagonista do meu parto, seria respeitada e teria voz ativa, minha filha viria ao mundo de forma natural, isso me fascinava.

Procurei por um médico humanizado em Curitiba, queria alguém bem indicado e achei o querido Dr. Álvaro Silveira Neto, era o perfil de obstetra que eu precisava, calmo, objetivo, seguro, respeitador, gentil e principalmente a favor do parto normal, um médico humanizado, fiquei muito feliz!!! 

Aproximadamente depois de um mês de ter achado o obstetra que eu queria, fui presenteada pela minha irmã com a doula, porém ela deixou que eu escolhesse a profissional que acompanharia meu parto. Um belo dia eu procurando alguns relatos de parto, localizo o blog da Carla – Doula Amiga, quando começo a ler os relatos, ah eu me surpreendo porque era tudo o que estava procurando, algo de Deus, ao conversar com ela por mensagem e depois pessoalmente rolou uma sintonia muito grande entre nós duas e então ela passou a participar da minha gestação. 

Durante toda a gestação participei de algumas palestras que abriram a minha mente. A gestação foi ótima, não tive nenhum intercorrência e trabalhei até dois dias antes de ganhar a Giovana! Fiz pilates durante 4 meses, preparando meu corpo para o trabalho de parto e também para me ajudar a alongar, corrigir postura e não ter dores lombares. 

O tempo foi passando e cheguei as 39 semanas, eu e o Paulo Cesar (meu esposo), estávamos bem ansiosos, não víamos a hora de pegar nossa filha em nossos braços, ver seu rostinho e ouvir seu chorinho pela primeira vez. 

Fomos para a última consulta de rotina no dia 03/08 (quarta-feira), ao me consultar o Dr. viu que não havia nem sinal de trabalho de parto vindo, ainda estava com 1cm de dilatação (desde o dia 08/07). Nos explicou que estava tudo bem apesar das quase 40 semanas de gravidez e que podíamos esperar até as 42 semanas, nesse mesmo dia já me deu o afastamento das atividades do trabalho. Ao sair do consultório fui a empresa levar o atestado e voltei para casa para organizar as coisas da Giovana.

Na quinta-feira dia 04/08 aproveitei para dormir até mais tarde e fui fazer uma visita a uma amiga que tinha acabado de fazer uma cirurgia, enfim um dia tranquilo, porém como não tinha nem um sinal de trabalho de parto e o Dr. Álvaro disse que poderia ir até 42 semanas, estava tranquila, apesar que  nesse dia completávamos 40 semanas e era a data prevista para o parto, então eu estava tranquila achando que ela iria nascer somente na próxima semana, porém meu esposo estava muito ansioso e na expectativa do nascimento da nossa pequena.

Na sexta-feira dia 05/08 na madrugada lá pelas 02h as contrações vieram bem fracas no início, ainda achei que eram somente Braxton, mas elas persistiram como uma cólica forte que vinha e passava, levantei por várias vezes para ir ao banheiro com vontade de fazer xixi, mas só saíam uns pingos e as dores na pélvis aumentavam, ainda achando que era coisa da minha cabeça não dei muita importância, mas ás 06:20h as contrações aumentaram estavam variando entre 5 a 3min entre uma e outra, quando então fui ao banheiro e saiu o tampão, em dúvida se estaria em trabalho de parto mesmo e como deveria proceder se iria para hospital ou aguardava em casa, enviei uma mensagem para minha doula a Carla avisando o que tinha ocorrido naquela madrugada e aproveitei e fui organizar a casa para a chegada da minha filha, afinal tinha algumas coisas desorganizadas como roupa em cima do sofá e louça para lavar, quando me dei conta já eram 07:30h e meu esposo ainda não havia levantado para ir ao trabalho, então fui acordá-lo,  e pedi para que ele não fosse ao trabalho naquela manhã pois eu achava que a bebê iria nascer e contei o que tinha ocorrido, logo então ele ligou para a Carla para saber o que faríamos, porém o celular constava desligado, mas logo ela nos retornou e nos prestou toda a assessoria possível e pediu para que nos dirigíssemos a maternidade pois precisávamos saber com quanto de dilatação já estava, combinamos então de buscá-la em casa para chegarmos juntas na maternidade, naquele momento toda a minha ansiedade passou, me sentia segura, eu tinha o meu marido que estava me dando todo apoio, feliz e ansioso comigo, do outro lado eu tinha a Carla que me transmitia segurança e a sua calma. No primeiro momento optei por não avisar ninguém pois não sabia se estava em trabalho de parto mesmo, não queria dar alarme falso e deixar todos na expectativa, até o momento de ir ao hospital somente meu esposo e a Carla sabiam que estava indo para maternidade. Foi então que terminei de organizar a minha casa e a minha bolsa, tomei um banho, oramos juntos entregando aquele momento nas mãos de Deus e ás 09:30h saímos em direção a maternidade, ainda passamos tranquilamente na farmácia comprar barras de cereais e gatorade para me alimentar durante meu trabalho de parto, no caminho avisamos minha irmã e pedimos para aguardar nosso contato depois da consulta para depois avisarmos a família.

Chegando na casa da Carla as contrações começaram a aumentar e o espaço entre uma e outra estavam em 3min, ao chegar na maternidade tivemos que aguardar em média 15min para eu ser atendida pela médica plantonista, ao me examinar só estava com 1cm de dilatação, quer dizer nada para um trabalho de parto, então veio a decepção, poxa passei a madrugada inteira sentindo dores, saiu o tampão e continuo com o mesmo 1cm de dilatação da consulta do dia 08/07, mas tudo bem, eu tinha que ter paciência e começar a fazer algo para que a dilatação aumentasse, então avisamos minha irmã e saímos da maternidade e fomos caminhar nas proximidades, a expectativa era que as contrações se tornassem mais intensas e a dilatação aumentasse, porém não foi isso que ocorreu, as contrações pararam e eu estava ótima sem dores nem nada, nem parecia a mesma que passou a madrugada com dores e contrações. 

Levamos a Carla para casa e eu retornei para minha casa, conversamos e decidimos que assim seria melhor, pois não adiantava a Carla passar o dia comigo se meu trabalho de parto não estava ativo, não tenho palavras para descrever o quando fiquei chateada pela situação, ai a Carla toda querida nos falou algumas palavras de incentivo, e se propôs a fazer uma massagem para abrir os meus pontos e ajudar a ativar o trabalho de parto, foi muito relaxante, sai de lá mais leve e animada, também me falou da erva Santa Marta para banho de assento que ajudava na dilatação e de fato ajudou mesmo, também deixou comigo a bola suíça para ajudar nos momentos de contração. 

Ao sair da casa da Carla decidi que não ficaria em casa pensando “a que horas será que terei outra contração”, então agendei horário no salão para fazer as unhas, fui na casa da minha sogra, fomos ao mercado e açougue, comprei a erva Santa Marta, nesse meio de tempo minha mãe tinha falado de um medicamento antigo que ajudava na dilatação também o nome é gotas milagrosas, comprei também, enfim só cheguei em casa ás 21h e muito cansada, então tomei um banho demorado, fiz o banho de assento e tomei as gotas milagrosas, também fiz um chá de canela com gengibre que a Carla  ensinou, tudo para contribuir para que meu trabalho de parto acontecesse naquele final de semana, afinal já que as contrações começaram teriam que evoluir rs.

Na madrugada do dia 06/08 aproximadamente ás 01:50h acordei com dor na pélvis novamente, mas achei que era devido ao esforço e cansaço no dia anterior, então fui ao banheiro e voltei a deitar, ás 03h levanto novamente para ir ao banheiro e as dores continuavam, ás 05:50h levantei novamente e as dores tinham se intensificado, era uma contração a cada 4min, então fiquei caminhando na sala, fui para a bola, e voltei a deitar, fiquei quietinha ali, então meu esposo acordou e ficou abraçado comigo esperando passar cada contração, até que não aguentei mais ficar parada ali deitada, precisa me levantar e me movimentar, então fomos para a bola fazer exercício. Meu esposo ligou para a Carla para relatar o que estava acontecendo, e a mesma pediu para que fossemos a maternidade e nos encontraríamos lá. 

Fui tomar um banho bem quente, de repente as contrações aumentaram e eu já não conseguia ficar me mexendo muito, precisava parar e respirar, meu esposo estava sentado em frente ao chuveiro e a cada contração dolorosa ele me perguntava se podia me ajudar em algo. Sai do banho e seguimos direto para a maternidade, dessa vez minha casa não estava tão organizada, as compras estavam no chão da sala, ganhamos algumas fraldas do trabalho dele e também estavam na sala, enfim nossa casa ficou desorganizada, mas apesar das contrações seguidas e mais intensas que no dia anterior, eu acreditava que também poderia ser alarme falso,  então fui pensando ah devo estar com 1cm de dilatação ainda, a bebê deve estar se encaixando (no dia da consulta 03/08 não tinha encaixado ainda, mas já estava baixa) então quando retornar para casa eu organizo tudo. 

Ao chegar na maternidade fui atendida pela obstetra plantonista que constatou que eu estava com 3cm de dilatação, como meu exame para streptococos B tinha dado positivo, eu precisava ser tratada com antibióticos durante o trabalho de parto, então a plantonista ligou para o Dr. Álvaro avisando que eu estava sendo internada, ele solicitou que fizessem o monitoramento fetal e das contrações e passassem para ele acompanhar. Fui encaminhada a dar entrada na maternidade para internamento. 

Chegando na recepção para fazer o cadastro, mais contrações, logo percebi como era difícil naquele momento responder as perguntas da recepcionista na hora das contrações, aquilo parecia uma eternidade, tanta burocracia e papéis em um momento tão delicado como aquele, mas enfim, deu tudo certo, é as 09:06h foi realizado meu internamento. 

Encaminhada a sala de exames me ligaram nos monitores fetais e de contrações durante 20min, que também pareceram uma eternidade, pois as contrações já estavam seguidas e eu tinha que ficar deitada na maca, o que me ajudou foi que a enfermeira que estava me atendendo era ótima e tentava me distrair conversando comigo o tempo todo. 

Terminou o exame e eu fui para ao quarto, nesse momento eu sabia que meu esposo só iria pegar nossas malas e me deixar para cumprir com um compromisso de trabalho inadiável, porém ele retornaria mais tarde, estávamos torcendo para que a bebê só nascesse depois das 15h, então fiquei eu a doula e logo minha irmã chegou para me acompanhar também e ficamos ali durante todo o trabalho de parto no quarto, nesse período lembro-me que as contrações já vinham mais seguidas uma da outra. 

Logo que fui para o quarto, optamos por caminhar na maternidade e assim o fizemos, subimos e descemos rampas e escadas e a cada passo as contrações aumentavam, mas era suportável, então retornarmos para o quarto e não caminhamos mais, as contrações eram como uma onda vinham e passavam, entre uma contração e outra eu sorria, mexia no celular, conversava, tirava uma foto, bebia e comia. Ás 11:40h almoçamos, fiquei sentada tomando um sol embaixo da janela, ouvindo a play list das músicas que tinha escolhido para esse dia especial. 

 As horas iam passando e eu já tinha perdido totalmente a noção do tempo, eu só queria que aquelas contrações passassem logo e que viessem outras, pois eu sabia que a cada contração era um sinal que a nossa filha estava chegando e eu já não cabia em mim de vontade de tê-la em meus braços.  

A cada contração que vinha quando eu estava sentada na bola, em pé ou deitada a Carla maravilhosamente vinha com suas mãos abençoadas me fazer uma massagem na região lombar, nossaaaa era o céu e ajudava muito, a minha irmã vinha e segurava minha mão em silêncio, ahhh como isso me passava uma força e segurança, não sei como explicar, mas foi muito importante e especial a presença dela e o seu gesto para comigo, companheirismo, mistura de sentimentos e emoções, amor de irmã. 

Depois de algum tempo eu fui para o banho acredito que era uma 14h, nesse momento apesar das dores se intensificarem a cada contração, a água quente e as massagens da Carla no banho ajudavam muito e amenizavam a dor. Ao sair do banho a Carla sugeriu que caminhássemos novamente, mas eu não quis, já não dava para ficar me mexendo muito, então sugeriu que ficasse de cócoras na cama com os braços apoiados na bola suíça e eu aceitei, mas infelizmente não consegui ficar nessa posição por mais de 2min, minhas costas pareciam estar rasgando, então optei por ficar em pé.

De repente a porta se abre, era o Dr. Álvaro que havia chego, senti um aliviou...ufaaa, não tinha outro parto na mesma hora, a presença dele era fundamental, eu me sentia segura como meu médico desde o primeiro dia de consulta, ele sabia o quanto era importante para mim ter um parto normal humanizado, pedi então para que ele fizesse o toque, pois eu queria saber quanto já havia dilatado, achávamos que já estava com 7cm pela intensidade das contrações que já estavam em 1min, eu sentia que meu trabalho de parto estava evoluindo muito bem, até que ao realizar o toque, ele constatou que eu estava somente com 5cm de dilatação, que frustração!!! Todas aquelas horas em trabalho de parto, com dor, cansada e só 5cm de dilatação, ah não!!! Que desumano comigo pensei eu, mas enfim eu estava ali certa de que queria o parto normal, mas já não tinha tanta certeza de que não queria a anestesia, ainda bem que coloquei no plano de parto que gostaria de anestesia em último caso. A partir desse momento comecei a brigar com meu trabalho de parto segundo o Dr. Álvaro. 

Aproximadamente as 15h meu esposo chegou e quando o vi, confesso que desmoronei não sei porque, nesse momento eu já não respondia mais por mim emocionalmente, todas as emoções estavam a flor da pele, as dores triplicaram, não achava posição para ficar, resolvemos ir para a bola, a Carla atrás fazendo massagem, meu esposo segurando minha mão e então...PLOFT estoura minha bolsa, aleluia...nossa filha está vindo!!! Apesar de toda emoção, eu sentia muita dor e as contrações estavam intensas, sentia minhas costas rasgando e já não conseguia descrever o que estava sentindo, eu só sabia que estava fora de mim, berrando a cada contração, e suplicando por anestesia quando passava e assim foi até que minha irmã foi até o Dr. Álvaro e pediu para que ele fosse me ver, pois eu estava pedindo por anestesia, então ele veio falar comigo, fez o toque eu  já estava com 7cm, e então pedi a anestesia, em nossa conversa perguntou se eu não conseguiria esperar, mas para mim não dava, minhas costas pareciam travar a cada contração, muita dor, eu cheguei no meu limite e precisava da anestesia naquele momento. Acredito que isso tenha ocorrido devido a alguns problemas nas costas que venho tratando desde a adolescência. 

Como sempre o Dr. respeita a vontade da paciente e pediu para que me levassem ao centro cirúrgico e aplicassem a peridural, nisso meu esposo e a Carla foram trocar de roupa para me acompanharem. Após aplicaram a anestesia me senti no céu, não sentia nada da cintura para baixo, a aplicação foi tranquila e meu trabalho de parto parecia ter terminado ali, eu já conversava com a enfermeira que estava acompanhando, sorria, olhava para a paisagem (Sim!!! o centro cirúrgico da maternidade tem uma vista muito bonita, o sol estava se pondo, não tinha paisagem melhor).

O Dr. Álvaro, a Carla e o Paulo Cesar ali comigo, me sentia segura e feliz, era chegado o grande momento, eu já estava com 9cm de dilatação. Ás 17:40h ele verificou que era hora de “empurrar”, então ele me orientou a "empurrar" cada vez que a contração vinha, fiz algumas forças, ela estava no canal vaginal e não descia mais, foi quando ás 17:55h o Dr. disse que a Giovana teria 5min para nascer, pois já não estava recebendo mais oxigênio, fiz mais duas forças e nada, então foi necessário o uso do fórceps. Antes de pegar o instrumento, ele conversou conosco falando da necessidade e o que eu sentiria (na verdade eu não senti nada), nos tranquilizou e deu tudo certo, ás 18h nossa menina nasceu, e veio imediatamente para cima da minha barriga; esse momento é inesquecível! e ali ela ficou por cerca de 20min. Foram cerca de 12 horas de trabalho de parto.

Ela estava tão alerta! Olhava para cima, para os lados, e principalmente para meus olhos. Eu e meu esposo admirando aquela criaturinha tão perfeita que Deus nos deu! Falei com ela e ela chorou. Dr. Álvaro ofereceu para que meu esposo cortasse o cordão e ele imediatamente aceitou e o fez. Enquanto admirávamos a Giovana, a placenta saiu e recebi os pontos devido a laceração do uso do fórceps. 

Ofereci meu peito, mas ela não quis, ficou olhando rs, aí foram medi-la, dar banho, e os outros procedimentos padrões, que foram acompanhados pelo meu esposo enquanto eu ficava em observação por causa da anestesia.

Fomos transferidas para o quarto, e já estava me sentindo ótima! Recebemos nossos familiares que estavam encantados com a bebê, eles ficaram um pouco e foram embora para nós descansarmos. 

Tomei banho, jantamos, ficamos curtindo nossa bebê e tentando amamentar, dessa vez ela mamou 32min e pegou nos dois seios. 

Tenho muito a agradecer à:

Deus, por me permitir viver esse momento maravilhoso da maternidade e por passar essa experiência transformadora do parto normal.

Meu esposo, pelo companheirismo, por me apoiar em os momentos respeitando minhas escolhas, pelo amor incondicional por nós duas, apesar de todo cansaço do trabalho estava inteiro para vivenciar esse momento comigo e pronto, cheio de amor e entusiasmo para receber nossa pequena. Sua calma e a forma serena que me tratou em todo período da gestação e trabalho de parto, foram fundamentais para que eu estivesse bem e me sentindo forte e segura. Você é D+, Te amo!

Minha irmã/dinda da Giovana que me presenteou com a doula, e mais do que isso estava o tempo todo do meu lado, sendo minha companheira, amiga, me dando força, me ajudando, me respeitando, também fotografando esse momento tão especial, enfim parceria total, sua presença foi muito importante. 

Doula Carla que foi essencial nesse processo do trabalho de parto, me apoiou, ajudou, orou por mim, me transmitiu muita paz, calma e segurança durante a gestação e principalmente durante o trabalho de parto, também depois na amamentação e no puerpério. Você é uma benção, suas mãos são de fada, a cada massagem um alivio, a cada hora com você por perto me fez entender a importância de ter uma doula nesse momento.

Obstetra Dr. Álvaro que é um excelente profissional, que nos trata sempre com muito respeito, gentileza e presteza, permitindo que sejamos protagonistas do nosso parto. 

A toda equipe de enfermagem que nos atendeu na Maternidade Curitiba, fui muito bem tratada e assessorada em todos os momentos, me trataram com respeito e gentileza.


Vanessa M. S. Xavier












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